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Blog da Arco Informática

29 de Agosto de 2017 - 09h26

E-commerce brasileiro faturou R$ 21 bilhões no primeiro semestre de 2017

O e-commerce brasileiro está em uma ótima fase e registrou números bem interessantes no primeiro semestre deste ano.

Reprodução
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Depois de um 2016 não tão agradável, o setor retoma o crescimento ao registrar mais de 50 milhões de pedidos nos seis primeiros meses do ano pela primeira vez. Traduzindo isso em números, foi um aumento de 3,9% em relação ao mesmo período do ano passado, resultando num faturamento total de R$ 21 bilhões, 7,5% maior do que ao final do primeiro semestre de 2016.

Segundo o relatório Webshopper, da Ebit, os preços em queda acumulada de 5,38% entre junho de 2016 e junho de 2016 foram em parte responsáveis pelo sucesso do comércio eletrônico brasileiro até aqui. Com isso, 25,5 milhões de consumidores realizaram ao menos uma compra por meios digitais no primeiro semestre, alta de 10,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

"Ao todo, 35,9% dos pedidos no e-commerce brasileiro foram feitos a partir de um smartphone, aponta o relatório"

Um dos pontos mais interessantes do relatório da Ebit envolve a alta das compras feitas a partir do mobile: elas cresceram 35,9% no primeiro semestre deste ano e já representam praticamente um quarto (24,6%) do total de pedidos feitos no comércio eletrônico brasileiro.

Entre as categorias mais procuradas pelos consumidores que compram na internet está a de telefonia e celulares, com 22,3% das compras. Em segundo lugar estão os eletrodomésticos, com 18,8%, seguido por eletrônicos, com 9,6%. Se o foco é o volume de pedidos, moda e acessórios lideram com 14,8%, enquanto saúde, cosméticos e perfumaria ficam em segundo lugar, com 12,2%, e casa e decoração vem terceiro, com 10,6%.

Expectativa para 2017

A previsão de crescimento não termina com o fim do primeiro semestre. Assim, a Ebit tem uma expectativa de um aumento entre 12% e 15% nos últimos seis meses deste ano, com eventos sazonais, como Black Friday, Dia das Crianças e Natal sendo as principais apostas para movimentar o comércio eletrônico do Brasil até dezembro.
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